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PSICOTERAPIA EM GRUPO

A psicoterapia em grupo vai de encontro com a necessidade do ser humano que é a necessidade de formar vínculo. Pode auxiliar muito o indivíduo a perceber suas emoções de uma forma mais dinâmica, na medida em que outros integrantes do grupo possam compreender seu sofrimento, como também compartilhar das mesmas ou de outras questões.
O paciente pode se identificar com vivências de outros e isso pode tornar muito rica esta experiência.

Neste tipo de psicoterapia foca-se numa problemática em que serão desenvolvidas técnicas e dinâmicas para que cada participante possa acolher e ser acolhido diante da dificuldade encontrada. O grupo é formado por indivíduos com a mesma problemática que podem ser: depressão, fobias, ansiedades, dificuldades de relacionamento, vícios, obesidade, luto, entre outros.

Cada indivíduo lida de uma forma com as dificuldades e é reconfortante poder dividir este espaço com outras pessoas que passam pelas mesmas dificuldades. O grupo ajuda na superação e também a sentir que não está sozinho diante da vida e que não é o único a passar por aquele problema. Cria-se uma rede de suporte entre as pessoas do grupo, ajudando-se mutualmente a lidar com o problema e oferecendo novas maneiras em lidar com os transtornos

No grupo, é criado um espaço de cumplicidade e sigilo, em que todos tem o tempo para falar e ouvir, criando um ambiente acolhedor e transformador. Através das trocas todos começam a sentir-se mais fortes e ao mesmo tempo aliviados em dividir suas fragilidades e angústias, pois serão compreendidos e apoiados.

Os resultados apresentados pela terapia em grupo são muito positivos, levando ao autoconhecimento, o fortalecimento emocional e o sentimento de ajuda por auxiliar no tratamento do outro e ser auxiliado no próprio tratamento.

A terapia em grupo é uma terapia em que temos de 4 a 8 participantes e variam de 90 minutos a 2 horas de acordo com o tamanho do grupo.

Considerando que o ser humano faz parte de uma grande rede de ajuda mútua, onde um ajuda o outro a superar suas dificuldades, a terapia em grupo é exemplo vivo desta rede. É uma oportunidade de aprimorar as relação humana através do compartilhar experiências, podendo desenvolver a empatia e compaixão.

Flavia Hessel de Lima
Psicóloga e Psicoterapeuta
www.essenciadamente.com.br


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TRANSTORNO DE ESTRESS PÓS – TRAUMÁTICO (TEPT)

É um transtorno que surge em decorrência de uma vivência traumática que pode ser alguma violência sofrida como assalto, sequestro, acidente, violência sexual, sexual outros.

Os sintomas são:
– Revivência do trauma: o paciente lembra constantemente do fato ocorrido, são recordações persistentes da cena e/ou pesadelos.
– Esquiva: o indivíduo tenta evitar pensamentos ou lembranças do evento, em vão. Esta situação pode gerar apatia e desinteresse pelas atividades diárias.
– Hipervigilância: Ocorrem reações físicas devido o trauma, como insônia, irritabilidade, sobressaltos e dificuldade na concentração.
– Falta de Prazer: A anedonia pode estar presente, trazendo concomitantemente tristeza, dificuldade de planejar algo para o futuro, pensamento de curso mais lentificado, sentimento de desesperança e impotência.

A característica principal deste quadro é o indivíduo ter sido exposto a uma situação traumática com risco de morte.

O Transtorno de Estress Agudo tem um quadro semelhante ao do TEPT, porém a recuperação se dá dentro de 1 mês, ou seja mais rápida.

Existem quadros de TEPT mais complexos, isso devido o paciente poder ter sofrido traumas intencionais e/ou a permanência no ambiente onde se deu o trauma, podendo haver uma cronificação.

Entender o que acontece consigo mesmo é o caminho para encontrar alívio dos sintomas, como também propiciar equilíbrio. A busca de uma psicoterapia e/ou de um tratamento psiquiátrico alivia muito. Devemos pensar que não é preciso suportar o sofrimento se temos recursos positivos para encontrar o equilíbrio.

O que é muito bom é que temos diversos caminhos de tratamentos, como: medicamentoso, homeopático, psicoterápico, fitoterápico e energético. E o indivíduo na busca de um especialista, também poderá ser ouvido nas suas necessidades, como encontrar uma orientação através de uma avaliação aprofundada em seu caso específico.

Dra. Vanessa Calhiarani Loschiavo
Psiquiatra e Psicoterapeuta
www.essenciadamente.com.br


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A insônia é o distúrbio de sono mais comum, afeta de 10 a 50 % da população. Assim, os estudos se ampliam, pois uma maior compreensão sobre o assunto pode trazer melhor saúde, considerando o sono função vital do organismo humano. Uma boa noite de sono pode colaborar para melhora da memória, concentração e foco de atenção.

Pesquisadores deram o nome de sistema glinfático, juntando as palavras glia e linfático. Este sistema tem ligação direta com a homeostase do Sistema Nervoso Central. O sistema linfático é uma segunda circulação, paralela à circulação sanguínea, responsável pela depuração do fluido existente entre as células do organismo. A glia é uma célula que compõe o tecido nervoso juntamente com os neurônios, ajudando na nutrição, proteção e sustentação do tecido nervoso.

No cérebro, o sistema glinfático e o Liquor cefalo raquidiano LCR (que é um fluido biológico produzidos pelos plexos coroides) funcionam também para eliminar resíduos metabólitos.

Foi estudado que durante o sono de ondas profundas o espaço entre as células (espaço intersticial) é ampliado sendo muito importante para transporte dos resíduos, propiciando maior depuração. Assim, há uma influência do bom sono no funcionamento cerebral.

Estudos em camundongos concluem que a interrupção do bom funcionamento do sistema glinfático pode propiciar doenças neurodegenerativas, devido o acúmulo de proteínas residuais e substâncias neurotóxicas contribuindo para a evolução para Doença de Alzheimer, como exemplo.
O sono irregular influencia diretamente no mal funcionamento do sistema glinfático o que contribui no desequilíbrio do SNC, gerando consequências negativas à saúde geral.

Havendo um sono irregular é muito importante encontrar a causa deste sintoma, e tratar. Conhecer o que pode influenciar para uma boa higiene do sono, modificando hábitos, propicia maior sucesso no sono regular.

Referência Bibliográfica:
Revista Academia do Sono – nº 3

Dra. Vanessa Calhiarani Loschiavo
Psiquiatra e Psicoterapeuta
www.essenciadamente.com.br


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A Psicologia Analítica foi desenvolvida por Carl Gustav Jung, que iniciou sua teoria com Freud. Com o aprofundamento de sua obra divergiu de Freud em alguns pontos e iniciou uma nova teoria que deu início à Psicologia Analítica.

Para Jung a psique envolve aspectos conscientes e inconscientes, sendo um sistema dinâmico, em constante movimento e autoregulável. O inconsciente para ele é uma parte tão vital do indivíduo quanto o é a consciência. Ele está constantemente no nosso dia a dia mesmo que não nos damos conta dele muitas vezes. Em forma de intuições, de sonhos, de pensamentos repetitivos, de ações que não compreendemos muito bem e que parecem ser contrários ao que pensamos ou sentimos e sentimentos que não conseguimos entender conscientemente.

O indivíduo é um todo e não uma reunião de partes. A vida consiste em desenvolver esse todo até chegar ao mais alto grau possível de diferenciação e harmonia, de modo que o consciente e inconsciente não se dissociem. A terapia analítica busca ajudar o paciente a recuperar a unidade perdida, fortalecendo a psique. É chamado de processo de individuação, e é o que vai levar a uma harmonia consigo mesmo e com o universo.

Vamos entrar nas profundezas do inconsciente, reconhecer seus conteúdos e integrá-los á consciência. Levamos o indivíduo a não colocar a garantia da sua felicidade em fatores ou pessoas externas e sim num encontro consigo mesmo e dentro de si mesmo.

“Até você se tornar consciente, o inconciente irá dirigir sua vida e você chama-lo de destino”
[Carl Gustav Jung]

Quem se aventurar a iniciar a terapia irá desbravar o seu próprio universo interno. Será uma busca de si mesmo, onde a transformação levará a uma libertação de padrões. Padrões estes, que aprisionam nossos pensamentos e ações.

Flavia Hessel de Lima
Psicóloga e Psicoterapeuta
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Há muito tempo houve uma cisão entre a ciência, como a medicina e a religião. Aqui uso o termo religiosidade em relação a crença num poder maior que pode ser Deus ou as forças naturais, entre outros nomes.

Cientistas da atualidade realizam diversos estudos e fazem ligação entre essas duas vertentes. Estamos num momento de descoberta que há ligação muito forte entre todas as coisa do universo e entre as pessoas em geral. Estamos dentro de uma matriz de conexão. Uma nova atitude provoca uma reação em outra pessoa e assim por diante, ativando uma cadeia de conexões.

A mesma conexão ocorre em nosso corpo, quando nossos pensamentos influenciam o funcionamento de nossas células. Os pensamentos de confiança e fé irão influenciar positivamente o funcionamento celular. O pessimismo, a desesperança podem influenciar o funcionamento patológico do organismo. A fé, a religiosidade pode ter uma influência bastante positiva na manutenção dos bons pensamentos, sentimentos e atitudes, frequentemente tendo como produto final uma boa saúde.

Um estudo realizado no Dante Pazzanesi, com quase 250 artigos de todo o mundo, conclui que a prática da religião, seja qual for, pode reduzir a morte em 30%. Isso devido ao fato de que ter uma crença promove bem estar emocional, menos pensamentos e comportamentos suicidas, menos consumo de álcool e drogas e um maior incentivo à hábitos saudáveis.

Quem tiver interesse em se aprofundar no assunto, deixarei um link de um artigo, um estudo quantitativo, e nele há o seguinte trecho:
http://basessibi.c3sl.ufpr.br/…/pdf_8a36773bb6_0000018932.p…
“Várias universidades norte-americanas criaram centros de estudos sobre religião e saúde, destacando-se o Center for the Study of Religion/Spirituality and Health da Duke University.

Levin (2003) resume os principais achados destes estudos: (a) as pessoas que assistem regularmente a serviços religiosos apresentam taxas mais baixas de doenças e de mortalidade do que aquelas que não freqüentam regularmente esses serviços ou que não os assistem;

(b) as pessoas que relatam uma afiliação religiosa apresentam taxas mais baixas de doenças cardíacas, câncer e hipertensão, que são as três principais causas de morte nos Estados Unidos;

(c) pessoas mais velhas que participam de atividades religiosas particulares e institucionalizadas apresentam menos sintomas, menos invalidez e taxas mais baixas de depressão, de ansiedade crônica e de demência;

(d) a prática religiosa é o maior determinante do bem-estar psicológico dos afro-americanos – mais importante até que a saúde ou as condições financeiras; (e) pessoas que têm vida religiosa ativa em média vivem mais do que as não religiosas. Isso vale até mesmo quando se põe sob controle, retirando a interferência na análise estatística do fato de que as pessoas religiosas tendem a evitar comportamentos tais como fumar e beber, que aumentam os riscos de doenças e de morte.”

Na medida em o ser humano é dotado de um corpo físico, emoções e é animado pelo espírito, dar atenção a todas necessidade, sejam físicas, emocionais e espirituais podem trazer mais equilíbrio, bem estar e promover a saúde.

Muito médicos estão incluindo em sua anamnese a religião e dão importância à maneira que o paciente faz essa ligação com uma força maior, pois faz toda diferença na evolução de seu quadro clínico.

Saber que fazemos parte de um universo e temos responsabilidade em primeiro lugar por nós mesmos, que nossas atitudes, vibrações, pensamentos e sentimentos podem transformar o nosso organismo fisiologicamente, como refletir em outra pessoa e também no planeta, nos torna mais conscientes de nossas escolhas. Buscar ligações, acreditar numa força maior, ter confiança, fé num ser superior conforta, apazigua e equilibra o indivíduo tanto emocional como fisicamente.

Dra. Vanessa Calhiarani Loschiavo
Psiquiatra e Psicoterapeuta
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Muitas vezes, os familiares dos pacientes perguntam como poderiam ajudar ao paciente estar melhor, mais aliviado em relação aos seus sintomas. Tem outras situações que os familiares lançam um julgamento muito severo em relação às atitudes do mesmo, dando listas de passo a passo sobre o que eles poderiam fazer para não adoecer.

Em primeiro lugar, vamos compreender que a família como um todo é atingida quando alguém adoece, e desta forma, não é simples também para quem está ao lado e assiste a evolução da doença de alguém querido. Assim, o acolhimento ao tratamento tem que ser de todos envolvidos.

Não há uma lista fechada do que o familiar possa fazer para ajudar o indivíduo em sofrimento, mas podemos refletir juntos sobre alguns caminhos mais adequados para estimulá-lo:
– Confiar que o indivíduo está passando por um processo de aprendizado, na medida em que desenvolveu sintomas psiquiátricos. Os sintomas são indicativos de que alguma escolha na vida não foi adequada. Esses reajustes poderão ser realizados pouco a pouco culminando com o alívio do sofrimento.
– Possibilitar que faça um tratamento adequado e acreditar que a melhora ocorrerá no momento possível para a pessoa.
– Estimular e lembrar as habilidades que o paciente tem, pois num momento de dor muito profunda, o indivíduo pode sentir não ter mais qualidades.
– Saber que o familiar estará ao lado na caminhada da vida com o paciente, não podendo solucionar situações por ele.
– Ter cuidado com o julgamento. O julgamento afasta. Faz com que o paciente não se sinta compreendido. Afinal quem gosta de ser julgado severamente, e ainda mais num momento dor?
– Acolher, mostrar que está ao lado e pode pedir ajuda. Se a ajuda não estiver ao alcance do familiar, poder buscar ajuda de um profissional da área. E acima de tudo, saber que o afeto acalma, o abraço conforta e dá forças para seguir adiante.

Dra. Vanessa Calhiarani Loschiavo
Psiquiatra e Psicoterapeuta
www.essenciadamente.com.br


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