Diferença da ansiedade normal e patológica

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Quem nunca sentiu ansiedade? Sabe, é aquela sensação interna, desagradável, vaga, de apreensão. Muitas vezes acompanhada de desconforto na boca do estômago, aperto no peito, tremor, suor frio, vontade iminente de ir ao banheiro, dor de cabeça, inquietação, vontade de ficar andando de um lado para outro…

Então, quando acontece em um nível mais baixo, é considerada normal e adaptativa, já que serve como um sinal de alerta e adverte sobre ameaças futuras, imprescindível à auto proteção do indivíduo. Assim como o medo, que é uma resposta emocional à uma ameaça real e percebida.

Porém, quando essas sensações, passam a ser excessivas e persistentes, p ex.,em geral durando mais de 6 meses, podem ser consideradas patológicas e são diagnosticadas como transtornos de ansiedade. Entre os transtornos mentais, estes são os mais prevalentes, entre eles estão: fobias específicas, fobia social, ansiedade de separação, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada e agorofobia

Eles trazem um custo significativo para a sociedade, já que há enorme disfuncionalidade nas diversas áreas de ocupação, além de serem fatores de risco para diversas condições médicas, como; doenças cardiovascular, respiratória, artrite e enxaquecas.

Sendo assim, é indicado passar com o especialista, o psiquiatra, que fará o manejo entre o uso de psicotrópicos, que são muito efetivos, para reestabelecer o equilíbrio dos neurotransmissores cerebrais, associado à psicoterapia, que ajudará na reprogramação cerebral das distorções cognitivas e das crenças do paciente.

Dra Dra Lilian Bruza – Psiquiatra e Psicoterapeuta

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